sexta-feira, 8 de março de 2013

Livros para comer, blogs para devorar



Há dois anos atrás, quando percebi que teria que cozinhar diariamente para minha filha, comecei a procurar infinitos blogs e sites que falavam no assunto. Achei muito material bom, muito bom: (Comer para crescerCrianças na cozinha). E realmente, consegui aprender a fazer as papinhas nível 1, 2 e 3 todas por ali... Comprei 2 ou 3 livros que também continham informações de alimentação para crianças e fui... cada vez mais me embrenhando neste universo de comilança...

Quando percebi que minha filha a partir de determinado momento iria começar a comer "comida de gente grande" e não mais papinhas, aí deu um baque! Opa, então quer dizer que acabou aquela história de fazer papinha para ela e jantar qualquer besteira com o marido? É! Acabou! Bora então procurar outras referências... Vamos então procurar um livro de como se cozinha comida de... mãe???

Bom, devo confessar, que minha memória degustativa familiar passa de: uma avó que cozinhava terrivelmente mal para um pai natureba vegetariano para um período comendo em kilos perto da escola para uma mãe tentando fazer uma cozinha mediterrânea para um italiano na Itália... ufa!!! acho que deu para pegar o espírito da coisa né???

Então, não sei quando, nem porque, caiu na minha mão a resenha do livro Panelinha. E com ele simplesmente, eu deixei de ter medo de cozinhar! Porque o livro é didático, ótimo para quem não tem mesmo a prática de cozinhar. A receita do feijão, por exemplo, começa com a dica do tempo que você tem que deixar o feijão de molho. Tenho certeza que em qualquer outro livro "nivel avançado" esta informação estaria subtraída, pois isso seria subentendido pela cozinheira profissional. Todas as receitas de bolos começam com um "preaqueça o forno a xxx graus". Delícia! Nunca mais esqueci de deixar o forno preaquecendo!

Depois que eu já tinha feito boa parte das receitas, comecei a fuçar de novo na internet, mas desta vez atrás de novidades... e eis que cai em minhas mãos um blog delicioso de ler: La Cucinetta. Não sei se foi o fato da Ana ter que alimentar um filho da mesma idade da minha filha, não sei se foram os textos fluidos e soltos, como quem conversa com uma amiga, mas sei que me apaixonei pela leitura (apesar de não ser mais tão frequente), e inclui muitas receitas aqui em casa.

Enfim, é um terreno tão vasto que nem consigo por um ponto final...

Vale a pena sair da zona de conforto e se embrenhar na blogsfera!

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